DMRI tem cura? Conheça as opções de tratamento dessa doença

Close no olho de pessoa idosa com texto sobre tratamento da doença, relacionado à dúvida se DMRI tem cura.
Sumário

DMRI tem cura?

Apesar de não ter cura definitiva, existem tratamentos e cuidados que ajudam a controlar a evolução do quadro e preservar a visão por mais tempo.

Neste conteúdo da Lumon – hospital dos olhos em São Paulo, você vai entender o que é a DMRI, quem ela afeta e quais são as principais opções de tratamento disponíveis hoje.

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Resumo do conteúdo:

  • A DMRI afeta a mácula, região responsável pela visão central e rica em detalhes.
  • É mais comum em pessoas acima dos 50 anos e está ligada ao envelhecimento ocular.
  • Não possui cura definitiva, mas pode ser controlada com tratamentos adequados.
  • Existem diferentes abordagens, como injeções, suplementação e mudanças no estilo de vida.
  • O diagnóstico precoce e o acompanhamento especializado ajudam a preservar a visão.

Se você busca por  oftalmologista em São Paulo, entre em contato com a Lumon.

Close no olho de pessoa idosa com sinais de envelhecimento, ilustrando dúvidas sobre DMRI tem cura.
DMRI tem cura? Conheça as opções de tratamento dessa doença.

DMRI tem cura?

Saber se a DMRI tem cura é uma das dúvidas mais comuns entre pacientes diagnosticados com a degeneração macular relacionada à idade, uma doença que afeta a região central da retina, chamada mácula, responsável pela visão de detalhes.

Essa condição ocorre, na maioria dos casos, em pessoas acima dos 50 anos e está ligada ao envelhecimento ocular, podendo causar dificuldade para ler, reconhecer rostos e realizar atividades do dia a dia que exigem foco visual.

Com o avanço da doença, podem surgir áreas escuras ou distorcidas no campo visual central, o que dificulta tarefas que exigem precisão e pode impactar a autonomia no dia a dia.

Na prática, a DMRI não tem cura definitiva

No entanto, existem tratamentos que ajudam a controlar a progressão da doença e preservar a visão por mais tempo, principalmente quando o diagnóstico é feito cedo e o acompanhamento é feito de forma adequada.

Além disso, a doença pode se apresentar em duas formas principais: a seca, que é mais comum e evolui de forma mais lenta, e a úmida, considerada mais agressiva e com maior risco de perda visual rápida. 

  • A DMRI seca é a forma mais comum, evolui de forma lenta e está associada ao acúmulo de resíduos na retina, podendo causar perda gradual da visão central.
  • A DMRI úmida é menos frequente, porém mais agressiva, caracterizada pelo crescimento de vasos anormais que podem levar à perda visual rápida se não tratada.

Por isso, identificar o tipo de DMRI é fundamental para definir o tratamento mais adequado e reduzir os impactos na qualidade de vida do paciente.

Confira a nossa especialidade em visão madura e qualidade de vida caso identifique sintomas de DMRI. 

Descubra se DMRI tem cura, quais são os tipos da doença, sinais de alerta e as opções de tratamento disponíveis para controle da visão
A DMRI afeta a mácula, região responsável pela visão central.

Quais são os tratamentos para DMRI e como eles funcionam?

Quando se fala em cura da DMRI, é importante entender que, apesar de não existir uma cura definitiva, há diferentes abordagens que ajudam a controlar a evolução da doença e preservar a visão. 

O tipo de tratamento varia conforme o estágio e a forma da DMRI, sendo essencial o acompanhamento com um especialista para definir a melhor estratégia.

Cada caso apresenta uma evolução diferente, o que torna o acompanhamento individualizado fundamental para definir as melhores condutas ao longo do tempo.

A seguir, veja quais são os principais tratamentos indicados e como cada um atua no controle da DMRI.

A Lumon Oftalmologia Avançada também atua como especialista em córnea em São Paulo.

Injeção intravítrea

A injeção intravítrea é um dos principais tratamentos para a forma úmida da DMRI. 

Nesse procedimento, medicamentos são aplicados diretamente dentro do olho para reduzir o crescimento de vasos sanguíneos anormais e evitar o acúmulo de líquido na retina.

Esse tratamento costuma ser feito em ciclos e pode trazer resultados significativos na estabilização da visão, além de, em alguns casos, melhorar a qualidade visual do paciente.

Suplementação

Embora a cura da DMRI ainda não seja uma realidade, a suplementação com vitaminas e minerais pode ajudar a retardar a progressão da doença, principalmente na forma seca.

Fórmulas específicas com antioxidantes, zinco e vitaminas como C e E são indicadas em muitos casos, pois auxiliam na proteção das células da retina contra danos oxidativos.

Estilo de vida saudável

Manter hábitos saudáveis também faz parte do tratamento. 

Alimentação equilibrada, prática de atividades físicas e controle de doenças como hipertensão e diabetes ajudam a reduzir os fatores de risco associados à DMRI.

Paciente realizando exame oftalmológico com luz verde no olho, ligado ao diagnóstico e se DMRI tem cura
O tipo de tratamento varia conforme o estágio e a forma da DMRI.

Além disso, evitar o tabagismo é uma das medidas mais importantes, já que o cigarro está diretamente ligado ao agravamento da doença.

Cuidar dos olhos

Mesmo que DMRI não tenha cura, proteger os olhos no dia a dia faz toda a diferença na preservação da visão. 

O uso de óculos com proteção contra raios UV é essencial para reduzir os danos causados pela exposição solar.

Consultas regulares com o oftalmologista também ajudam no acompanhamento da doença e na identificação de qualquer mudança que exija ajuste no tratamento.

A Lumon Oftalmologia Avançada é uma clínica especialista em catarata SP.

Pessoa em consulta com equipamento oftalmológico (foróptero), mostrando avaliação da visão e se DMRI tem cura
Consultas regulares com o oftalmologista também ajudam no acompanhamento da doença.

Cuidar da visão hoje faz toda a diferença no amanhã

Entender se DMRI tem cura é importante, mas o ponto principal está em saber que o diagnóstico precoce e o cuidado contínuo fazem toda a diferença na preservação da visão ao longo dos anos. 

Mesmo sem uma cura definitiva, os tratamentos disponíveis permitem controlar a evolução da doença e manter a qualidade de vida.

Outro ponto relevante é a conscientização, como a campanha Abril Marrom, que tem como objetivo alertar a população sobre a prevenção e o combate à cegueira. 

Esse movimento reforça a importância de consultas regulares com o oftalmologista, hábitos saudáveis e atenção aos primeiros sinais de alterações na visão.

Cuidar dos olhos deve fazer parte da rotina, assim como qualquer outro aspecto da saúde. 

Pequenas atitudes no dia a dia, aliadas ao acompanhamento adequado, ajudam a proteger a visão e evitar complicações futuras.

Agende agora mesmo sua avaliação na Lumon – Clínica de olhos em São Paulo e cuide da sua visão com quem entende do assunto.

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Redator do site Lumon Oftalmologia

Dr. Obidulho Sakassegawa Naves (CRM 177220 | RQE 80635), médico formado pela Universidade Federal do Triângulo Mineiro, é especialista em Oftalmologia pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo e realizou fellowship em Óptica Cirúrgica — Catarata e Cirurgia Refrativa — pela UNIFESP/EPM. Responsável Técnico e Integrante do corpo clínico da Lumon Oftalmologia Avançada, clínica de olhos referência em São Paulo e parceira ZEISS, é dedicado às áreas de Catarata e Cirurgia Refrativa, com formação complementada em congressos e pesquisas internacionais (ARVO). Une rigor técnico, atualização constante e tecnologia de ponta a um atendimento humanizado, cuidando da saúde visual dos pacientes em todas as fases da vida.